segunda-feira, 14 de junho de 2010

Nem Deus acredita!



Os absurdos que acontecem em nosso país são de deixar DEUS preocupado com os excessos de pecados cometidos pela pelo mundo corporativo.

Vejam: Nove anos se passaram e agora o Secretaria da Receita Federal do Brasil resolveu aposentar os famigerados controles de vazão que tinham como objetivo controlar as fábricas de bebidas – Refrigerantes, Cerveja e Água Mineral.

Esse controle foi desenvolvido e patrocinado pelas entidades que representam as empresas oligopolistas do setor de refrigerantes e cerveja – Coca-cola e Ambev.

Depois de obrigar as indústrias com a instalação do aparelho, e multar aquelas que não instalaram, os aparelhos que geram toda essa discussão, vão para no lixo, já que a Secretaria desobrigou as empresas da manutenção e instalação, tudo com a desculpa do novo sistema de controle.

O novo controle (SICOBE) é patrocinado pela Casa da Moeda, que cobra das indústrias um valor fixo de R$ 0,03 por unidade, independentemente do valor do produto ou do tamanho da embalagem, com a desculpa de ser mais eficiente e moderno.

É inacreditável, mas essa barbaridade aconteceu, onde os pequenos empresários do setor de bebidas, são testemunhas que o poder público é constantemente conduzido pelos interesses oligopolizados.

Nem Deus acredita que isso seja possível!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

A ver navios!



A famosa expressão “a ver navios” surgiu quando o rei de Portugal, Dom Sebastião, morreu na batalha de Alcácer-Quibir, mas o corpo não foi encontrado. A partir de então, o povo português esperava sempre o sonhado retorno do monarca salvador. Como ele não voltou, o povo ficava apenas a ver navios.

E assim que a maioria dos fabricantes do setor estão, esperando uma solução há meses com relação a retirada do PIS/COFINS da embalagem referente ao SICOBE.

O pior é que, enquanto esperamos, as grandes corporações são a cada dia mais beneficiadas, exemplo disso é o caso da redução do imposto de latas de alumínio e para os rótulos de papel para garrafa, os quais sempre foram importados, porém, agora necessitam de redução, por quê?

E nós? Teremos que esperar soluções até quando?